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Edição 119 | EXPEDIENTE
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  Você é dependente de amor?

Da mesma maneira que o organismo de um dependente químico se desequilibra quando falta a droga, o dependente afetivo entra em colapso quando é afastado da pessoa que "ama"

 

Por Denise Mello

 

A carência afetiva profunda muitas vezes é desencadeada por fatores que acontecem ao longo da vida. "Nesse caso, não se trata de uma doença ligada ao código genético. A dependência amorosa é aprendida. Filhos adotivos, por exemplo, podem desenvolver a codependência quando convivem com ela nas famílias em que os adotaram", esclarece Paulo Tessaroli, psicólogo especialista em sexualidade humana e consultor do programa Afair com Você transmitido pela aIITV.

 

Tessaroli explica que a pessoa nasce dependente de seus pais, mas com o passar dos anos isso tende a mudar. O ser humano cresce, desenvolve a autoestima, a autoconfiança e, a partir daí, passa a estabelecer relações que não comprometam a sua individualidade. Porém com o codependente esse processo é bem diferente. As pessoas que sofrem desse transtorno estabelecem relações problemáticas em que a base é o apego exagerado e imaturidade emocional em lidar com pessoas. "Quem vive a dependência de afeto nunca está satisfeito com as manifestações de carinho e atenção recebidas", alerta o psicólogo.

 

Assim como o único caminho para a cura da dependência química é reconhecer a própria limitação, para o dependente afetivo também é essencial ter a consciência de que sofre de um transtorno emocional grave, que pode lhe trazer muito sofrimento. Segundo Tessaroli toda relação em que a codependência amorosa está presente, dependendo da sua intensidade, costuma terminar em três C's - Clínica, Cadeia e Cemitério, acompanhe:

 

  • Clínica - se caracteriza pela busca de um profissional da área da saúde - médico, psicólogo - para ajudar. E assim como em toda e qualquer dependência, há prejuízos físicos como, por exemplo, a obesidade (uma das comorbidades mais comuns) e a dependência de fármacos, caracterizada muitas vezes pela depressão não diagnosticada e automedicada;
  • Cadeia - a falta de limites é percebida pelo desrespeito entre os parceiros que, em muitos casos, chega ao exagero quando se comete crimes, como nas agressões verbais e físicas, que comprometem a integridade da vítima, ou, em casos extremos, na morte da companheira (o), nos casos dos crimes passionais;
  • Cemitério - este é o fim da linha. Caso nada seja feito e a gravidade da codependência se intensifique, pode ser trágico, culminando com a morte do codependente.

 

O especialista orienta que parceiros(as) de pessoas com esse tipo de transtorno devem ser firmes, não alimentando atitudes doentias que sufocam a relação. "Há casos em que o esposo é muito ciumento - o mesmo que controlador - e a esposa, como forma de querer tranquilizá-lo, compartilha tudo com ele, até mesmo, a senha de seu e-mail particular. Situações como esta podem, ao invés de ajudá-lo, retroalimentar a sua dependência afetiva, prejudicando-o ainda mais", exemplifica. 

 





 
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