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Edição 119 | EXPEDIENTE
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  Linfoma: o que é e como tratar

Descubra o local em que esse tipo de câncer mais costuma atacar

Por Priscila Moreira

A doença ficou conhecida após atingir a ministra chefe da Casa Civil Dilma Rousseff, mas para quem ainda não está por dentro do assunto, é preciso esclarecer que o câncer linfático se origina das transformações dos linfócitos, células responsáveis pela defesa do organismo.

Celso Massumoto, oncologista do Hospital Oswaldo Cruz, em São Paulo, diz que uma alteração celular, faz com que os linfócitos cresçam de modo descontrolado e se multipliquem de forma desordenada. "Com isso há um acúmulo de células nos linfonodos (gânglios do sistema linfáticos), o que faz com que aumentem muito de tamanho", explica.

A estudante de Moda, Larissa Meira, vive desde 2007 com a doença. Ela diz que no início sentia muitas dores na coluna e sempre reclamava para os médicos, até que um deles solicitou uma ressonância magnética. Foi aí que ela descobriu que tinha dois tumores em duas vértebras. "Além das dores eu perdi muito peso, sentia muito calor à noite e coceira nas pernas. Não associava os sintomas por que não conhecia a doença", diz Larissa.

Geralmente, os linfomas começam com o aparecimento de nódulos, parecidos com ínguas. "É mais comum que surjam em regiões como pescoço, atrás da orelha, axilas e virilha", diz o oncologista.  Entretanto, podem se formar em outras partes do corpo como baço, medula óssea e até no estômago e no fígado.

Massumoto, diz que a detecção é um pouco complexa porque o inchaço dos linfonodos pode ser reação a uma infecção e não necessariamente um câncer. Fora isso, os sintomas podem ser mascarados pelo uso de anti-inflamatórios, o que pode diminuir momentaneamente o tamanho dos gânglios, adiando o diagnóstico. "A maioria dos pacientes sente muita dor no local do tumor, cansaço, fraqueza, febre e geralmente emagrecem", lista o especialista. Para o diagnóstico correto são feitos exames de imagem, como ultrassonografia ou ressonância magnética, depois de constatado o tumor se faz uma biópsia do linfonodo ou do órgão afetado.

O tratamento é feito com base em quimioterapia, radioterapia ou com anticorpos monoclonais, um coquetel de remédios que ataca diretamente as células doentes sem atingir células sadias. A duração depende da resposta de cada organismo. Nos casos em que, após o tratamento, o tumor volta a atacar o organismo é necessário o transplante de medula óssea.





 
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