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Edição 119 | EXPEDIENTE
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  LER e DORT qual a diferença?

 

As doenças provocadas por esforços repetitivos precisam ser diagnosticadas precocemente

 

Por Denise Mello

 

As lesões por esforços repetitivos (LER) representam uma síndrome de dor nos membros superiores que podem causar lesões no sistema tendíneo, muscular e ligamentar, causadas principalmente por atividades que exigem movimentos repetitivos, em alta freqüência e em postura forçada.

 

Assim como em LER, o distúrbio osteomuscular relacionado ao trabalho (DORT) é caracterizado por esforços repetitivos, porém, nesse caso, são alterações que se manifestam principalmente no pescoço, braços, punhos e demais membros superiores em decorrencia do trabalho. "Então o grande desafio entre LER e DORT, está em comprovar se o trabalho foi o causador das doenças provocadas por repetição de esforço", comenta Elcio Tavares, ortopedista especialista em medicina do trabalho.

 

"Uma criança, por exemplo, que passa boa parte de seu dia jogando videogame, pode desenvolver uma tendinite, que é a inflamação de um tendão e um tipíco caso de LER, no entanto, tratando-se de uma criança que não trabalha, não é uma DORT", ilustra Tavares. Mas nem sempre isso fica assim tão claro e para que não se cometa injustiça com o trabalhador, com a empresa e com o governo, todo o quadro clínico deve ser observado. Além disso para o diagnóstico de uma doença de origem profissional como nos casos das DORTs, é imprescindível uma formação em medicina do trabalho, uma visita a empresa onde o paciente desempenha sua atividade profissional e a exclusão de outras doenças e de outros motivos.

 

O grande sintoma de LER é a dor, essas lesões causam um desconforto durante dias. Principalmente no período em que a atividade desencadeadora é realizada. "Em casos mais graves é possível identificar inchaço e hematomas no local lesionado", acrescenta o especialista.

 

A prevenção começa em casa

Para Elcio Tavares a melhor maneira de prevenir essas lesões começa em casa. "É importante, logo pela manhã alongar o corpo. Espreguiçar ajuda, mas vale a pena separar 10 minutos para o alongamento, que, além de prevenir lesões, ajuda a dar mais disposição para enfrentar o dia", orienta o ortopedista.

 

Durante o dia de trabalho também é importante a cada uma hora parar por pelo menos cinco minutos para alongar os braços, pescoço e pernas. Algumas empresas, já investem no alongamento coletivo, que normalmente acontece duas vezes ao dia, pela manhã e a tarde. "Essa atitude melhora e muito o desempenho dos funcionários no trabalho e de quebra previne as lesões. O investimento vale a pena", comenta Tavares.       

Caso seu trabalho exija esforços repetitivos, Tavares aconselha a procura por ajuda médica na própria empresa. Se isso não for possível, visite o serviço de saúde, onde um ortopedista poderá preescrever exercícios e e a posição correta para evitar fraturas.





 
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