O bom e o mau no fast food Quando a fome aperta e o tempo é curto, encontrar uma
refeição saudável e nutritiva pode ser uma verdadeira
batalha. Mas quem vence e quem perde esse combate entre nutrientes?
Por carol nogueira fotos fabio mangabeira
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Ravióli de ricota com molho de tomate ao sugo, do Spoleto, é a melhor opção de massa para o almoço |
A missão era simples: visitar uma praça de alimentação de um shopping munida de um bloco e duas nutricionistas a tiracolo. Nosso objetivo era analisar os cardápios de redes de fast food para concluir quais eram as melhores e as piores opções. Não foi tarefa fácil. A Nutrição é um território complexo e o caminho para fazer escolhas saudáveis dentro de restaurantes de refeições rápidas, com pratos entupidos de gorduras saturadas e calorias vazias, pode ser tortuoso. Encontrei as nutricionistas Glaucia Midori, do Ganep Nutrição Humana, e Gabriela Ghedini, do Centro de Atendimento e Apoio ao Adolescente da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), no Shopping Paulista, em São Paulo, ao meio dia e meia - a "hora do rush" do almoço - numa sexta-feira. Falta de tempo, correria, estresse, fome. A combinação desses fatores pode ser fatal na escolha do cardápio.
"Tudo bem almoçar um lanche de vez em quando.
O problema é fazê-lo todos os dias", afirma Glaucia. O acompanhamento também deve ser levado em conta. Prefira as saladas às batatas-fritas e não hesite em trocar o refrigerante por suco de frutas. Assim, começamos nossa jornada, que durou pouco mais de duas horas e rendeu visitas a seis redes de fast food e dois pratos eleitos para cada um: o bom e o mau.
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