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Edição 119 | EXPEDIENTE
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  Guia para uso seguro de remédios
Eles aliviam sintomas e curam doenças, mas são substâncias químicas que podem colocar em risco a saúde. Respeitar as indicações médicas é fundamental para evitar reações adversas que afetam você e todos a sua volta

POR CRISTINA ALMEIDA

De médico e de louco todo mundo tem um pouco. Por isso, a maioria das pessoas não hesita em usar o remédio alheio para tratar um problema de saúde. Na teoria, a intenção é combater sintomas ou doenças. Na prática, pode ser um grande risco. Embora todo medicamento seja formulado para trazer benefícios, cada organismo é único e, muitas vezes, reage de maneira inesperada. Somente um profissional habilitado é capaz de avaliar e indicar a melhor forma de tratamento.

Atenta aos perigos da automedicação, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabeleceu novas regras para a venda de remédios, limitando sua exposição nas farmácias. Desde agosto de 2009, até os produtos que dispensam prescrição médica não estão mais ao alcance do consumidor.

A notícia é bem-vinda e atende às orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) quanto ao consumo de remédios, que deve seguir critérios como ser específico, corresponder às necessidades clínicas, ter doses personalizadas, ser utilizado por tempo determinado e pelo menor custo.

Embora a Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica (Febrafarma), extinto órgão representante da indústria do setor, afirme que a automedicação não é um problema grave no Brasil, considerando que os 966 casos de intoxicação por remédios registrados em 2007 não resultaram em morte, na opinião do médico Flávio Dantas, professor da disciplina de Clínica Médica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o perigo de uso indiscriminado é provocar malefícios.

INFORME-SE ANTES DE USAR

Dantas explica que remédios são concebidos para solução do problema doença, mas podem se tornar um veneno se utilizados de forma diferente da prescrita. "Isso vale também para medicamentos de venda livre", afirma o especialista. A primeira consequência é mascarar ou agravar doenças. "A longo prazo, são capazes até de comprometer a saúde da população como um todo", adverte.

Raquel Rizzi, farmacêutica e presidente do Conselho Regional de Farmácia de São Paulo (CRF-SP) esclarece que esse é o caso dos antibióticos, cujo uso inadequado ou abusivo gera resistência bacteriana, ou seja, a diminuição da sensibilidade dos micro- organismos ao remédio.

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