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Edição 119 | EXPEDIENTE
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  Aprenda a salvar vidas
Leia com atenção esta matéria: ela pode transformá-lo em um 'anjo da guarda'. O cardiologista Agnaldo Píspico ensina como reconhecer uma parada cardíaca, como agir e a quem chamar nessa hora...

POR LILIAN HIRATA
FOTOS FERNANDO GARDINALI

Antes de qualquer atitude, chamar ajuda profissional de emergência é vital, seja qual for o estado da vítima. Assegurada sua inconsciência, na ausência de respiração, ou mesmo agônica, é hora de colocar em prática os procedimentos de emergência adequados para garantir sua sobrevivência até o socorro profissional chegar

Desde o ano passado a Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo tem realizado o programa anual 'Na Paulista, nós cuidados do seu coração', ensinando a população a reconhecer e a auxiliar vítimas de parada cardiorrespiratória. A idéia surgiu após a constatação de que na região da Avenida Paulista - uma via de apenas 2,8 km, que representa um dos mais importantes e movimentados pólos comerciais da cidade de São Paulo - ocorrem três infartos do miocárdio diariamente. É um número assustador, mesmo em uma época em que é de conhecimento geral que as doenças cardiovasculares são a primeira causa de morte no mundo.

Somente no Brasil, segundo a Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), acontecem mais de 360 mil mortes súbitas por ano - nas quais a pessoa não apresenta sintomas e nem histórico de alguma doença relacionada ao órgão -, o que significa 1,4 morte a cada 2 minutos. Entretanto, estudos comprovam que o atendimento imediato tem a capacidade de aumentar em até 50% as chances de sobrevivência desses indivíduos.

A QUEM CHAMAR
 Presente em 266 cidades do país, o número nacional do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) é o 192.
 Se sua cidade não tem o Serviço de Atendimento Municipal de Urgência, o órgão indicado nesses casos é o Corpo de Bombeiros, número 193.
 O SAMU realiza atendimento de emergência durante 24 horas por dia. A ligação é gratuita e pode ser feita por todo tipo de aparelho telefônico, em qualquer lugar.
 A primeira atitude ao se reconhecer uma parada cardíaca, salienta o médico Agnaldo Píspico, é ligar imediatamente para um serviço de emergência.
 O ideal é passar ao atendente todas as informações relacionadas à vítima, principalmente se está respirando ou não.

Socorro imediato

Mesmo com a eficácia e a agilidade dos profissionais encarregados de realizar o atendimento de emergência, muitas vezes o socorro leva tempo para chegar, devido a distância e ao tráfego. No entanto, os primeiros instantes após a parada cardíaca são bastante decisivos. "Cada minuto perdido equivale a 10% a menos de possibilidade de sobrevivência", alerta Agnaldo Píspico, diretor do Centro de Treinamento da Socesp e do Serviço de Atendimento Municipal de Urgência (SAMU) de Araras (SP). Isso faz com que o tempo máximo de tolerância antes da chegada de auxílio profissional seja de apenas 10 minutos.

Mas surge uma outra questão: pouca gente é preparada para agir corretamente nessas situações, que exigem, além de calma e raciocínio, treinamento. Nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, por exemplo, até mesmo as escolas primárias têm em suas grades curriculares cursos que ensinam procedimentos de emergência. "Crianças com mais de oito anos já podem ser treinadas para, ao menos, reconhecer os sintomas de uma pessoa com parada cardíaca e de chamar ajuda profissional", explica o médico.

SEGUNDO A SOCESP, 52% DOS ÓBITOS ACONTECEM ANTES DE A PESSOA RECEBER O PRIMEIRO ATENDIMENTO OU MESMO CHEGAR AO HOSPITAL

Segundo o cardiologista Agnaldo Píspico, 30% das vítimas de morte súbita não apresentam sintoma algum antes da parada. Os outros 70%, que sentem algo, quando levados ao hospital sem o auxílio primário adequado, têm 30% de possibilidade de não chegarem ao local com vida. É aí que entram os procedimentos de emergência realizados antes da chegada de profissionais.

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