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Edição 119 | EXPEDIENTE
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  Perca a barriga já!
Com isso, mais do que conquistar um visual atraente, você terá um coração saudável. O tamanho da circunferência abdominal está relacionado com maior risco de doenças cardiovasculares e é preciso tomar medidas urgentes para conter esse mal. Vamos lá, pegue a fita métrica...

POR YARA ACHÔA
FOTOS: FERNANDO GARDINALI

FOTOS: SÍMBOLO IMAGENS

Você já teve a curiosidade de pegar uma fita métrica para medir sua barriguinha? Saberia dizer agora qual é esse tamanho? A maioria não faz a menor idéia. O pior é que se pode estar com uma bomba-relógio 'amarrada' na cintura. Isso porque se o número for maior do que 90 cm para os homens e 80 cm para as mulheres o coração corre sérios riscos. Mais de 16 mil pessoas de 27 países, inclusive o Brasil, participaram em julho de uma grande pesquisa, a Shape of the Nations - Quem Vê Forma Vê Coração. Sob coordenação do Grupo Sanofi- Aventis e apoio da Federação Mundial de Cardiologia (World Heart Federation - WHF), o levantamento procurou avaliar o grau de conhecimento de médicos e pacientes sobre a relação entre obesidade abdominal e problemas cardiovasculares. Um dos resultados mais relevantes mostrou que 66% das pessoas acreditam ter medidas saudáveis baseadas no que indicam os ponteiros da balança; 16% levam em consideração o tamanho das roupas; 10% chegam a essa conclusão olhando-se no espelho; 6% recorrem aos cálculos do índice de massa corpórea (IMC) e apenas 1% mede a circunferência da cintura. Ou seja, os entrevistados demonstraram estar mais focados no excesso de peso (possivelmente pensando no lado estético da questão) do que na protuberância na região abdominal (ignorando os perigos que essa saliência representa).

A obesidade abdominal é perigosa porque está ligada ao desenvolvimento de vários fatores de risco ao coração, como níveis de colesterol, resistência à insulina, diabete tipo 2, síndrome metabólica, hipertensão e trombose. Segundo a US National Health and Nutrition Examination Survey, uma pesquisa realizada nos Estados Unidos entre 1999 e 2000, pessoas com a tal barriguinha freqüentemente visitam o clínico geral com um ou mais desses fatores de risco adicionais. Mas a principal ameaça à saúde não é a gordura subcutânea e sim a localizada ao redor dos principais órgãos do corpo, também chamada de adiposidade intra- abdominal. "Ela afeta o metabolismo da glicose, podendo causar níveis anormais de colesterol (aumentando o LDL, o mau colesterol, e reduzindo o HDL, o bom colesterol) e triglicérides", explica Alfredo Halpern, chefe do Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

QUEM PENSA EM ELIMINAR A ADIPOSIDADE ABDOMINAL POR MEIO DE LIPOASPIRAÇÃO, PODE DESISTIR DA IDÉIA. "TRATA-SE DE GORDURA INTRA-ABDOMINAL, AQUELA QUE ENVOLVE OS ÓRGÃOS. LIPO NÃO É CAPAZ DE REMOVER ISSO", DIZ ALFREDO HALPERN

PEGUE A FITA MÉTRICA


 Tire a camisa e afrouxe o cinto. Posicione a fita métrica entre a borda inferior das costelas e a borda superior do quadril.

 Relaxe o abdômen e expire no momento de medir. Registre a medida.

 Se tiver mais de 90 cm (para homens) ou mais de 80 cm (para mulheres), você já pode ser considerado sob risco.

 Se as medidas forem de 102 cm para o sexo masculino e 88 cm para o feminino, o perigo é infinitamente maior.

PÊRA OU MAÇÃ?

ILUSTRAÇÃO: MG STUDIOA distribuição de gordura no corpo se faz em locais diferentes em cada pessoa. Geralmente são descritos dois padrões para esse acúmulo: forma de maçã (a gordura fica acumulada no abdômen) e forma de pêra (caracterizada pela deposição de gordura nos quadris). Os indivíduos do tipo 'maçã' apresentam predominantemente maior risco de desenvolver problema cardiovascular, doença cerebrovascular e diabetes. Isso se deve às diferenças na atividade metabólica da gordura depositada no interior do abdômen em relação à acumulada no tecido subcutâneo (imediatamente abaixo da pele).

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