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Esperança para a Aids Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o laboratório Kyolab, de Campinas (SP), estão desenvolvendo um medicamento com uma planta piauiense que se mostrou eficaz contra a Aids.
Por Samantha Cerquetani
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Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o laboratório Kyolab, de Campinas (SP), estão desenvolvendo um medicamento com uma planta piauiense que se mostrou eficaz contra a Aids. A pesquisa está em fase inicial , mas a substância já era usada na medicina convencional contra o câncer, e promete revolucionar o tratamento da doença, pois a planta possui uma molécula que é considerada superativa e consegue tirar o vírus do estado de latência (ele fica "escondido" no interior das células), fazer com que saia das células e seja eliminado pelo coquetel de drogas. "Pode ser que a planta não traga a cura total da doença, mas poderá diminuir a circulação do vírus no corpo por mais tempo que os medicamentos utilizados hoje em dia", afirma Amilcar Tanuri, chefe do laboratório de Virologia Molecular do Instituto de Biologia da UFRJ, . Recentemente, estudiosos da Universidade do Texas (EUA) criaram um composto químico que consegue destruir a capacidade de infecção do vírus HIV. A substância pode ainda desativar o HIV e evitar que ela provoque a Aids. Os especialistas destacam que ela não é a cura da doença, mas pode servir futuramente como forma de prevenção. Eles pretendem fabricar um gel vaginal que dissolva o vírus antes que ele seja transmitido para o parceiro.
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Saúde à mesa
No livro Superalimentos - os alimentos mais saudáveis do planeta (ed. Larousse), a autora Tonia Reinhard revela as últimas descobertas sobre os benefícios à saúde proporcionados por determinados alimentos. Ela também explica que consumir alimentos ricos em nutrientes essenciais pode fortalecer o sistema imunológico e ajudar a combater doenças crônicas. À venda por R$ 69,80
"70% dos alcoólatras são fumantes, e os homens são os mais atingidos pelo alcoolismo, segundo a Federação Brasileira de Gastroenterologia"
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Toucas para alopecia em pacientes com câncer
O uso de toucas hipotérmicas reduz a queda de cabelo em pacientes com câncer que realizam quimioterapia, de acordo com um estudo divulgado pela equipe de Enfermagem do Centro Avançado de Oncologia do Hospital São José (SP ). Os enfermeiros acompanharam 18 pacientes submetidos a sessões de quimioterapia e observaram que 66% deles apresentaram alopecia de grau 1 (queda mínima). A queda ocorre porque a raiz do cabelo apresenta um grande número de células em multiplicação, e a quimioterapia age nessas células atingindo também as que estão circulando pelo sangue. O resfriamento causa um estreitamento severo dos vasos sanguíneos, reduzindo a quantidade da droga circulante no couro cabeludo, impedindo a queda. "A touca é composta de hidrogel que permite flexibilidade, conforto e resfriamento uniforme. A temperatura deve estar entre -25° C e -30° C, por isso é necessário realizar uma troca a cada 45 minutos", explica Patrícia Molina, do mesmo Centro. Os pacientes reagem positivamente, pois a perda de cabelo tem um grande impacto na autoestima. "Além das toucas, eles não podem lavar o cabelo por uma semana (usar xampu a seco), devem evitar água quente, e não prender o cabelo ou fazer chapinha e não tingir os fios", diz.
"As arritmias cardíacas são alterações do ritmo cardíaco normal e aparecem em determinadas circunstâncias, como esforço físico ou estresse, insuficiência cardíaca, doença de chagas ou congênita. Adalberto Menezes, presidente da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas"
5 verdades sobre a labirintite
1. Trata-se de uma infecção ou inflamação do labirinto - "orelha interna" - responsável pelo equilíbrio e audição. Também pode ocorrer por fatores hormonais, vasculares, tumores ou traumas.
2. Os sintomas são vertigens ou desequilíbrios, sudorese, náuseas, vômitos e palidez, zumbido, perda auditiva e ansiedade.
3. O diagnóstico é feito por meio de avaliação clínica e exame otoneurológico (avaliação de audição e equilíbrio), fundamentais para identificar o problema, pois outras doenças (como esclerose múltipla, reumatismo e diabetes) possuem sintomas semelhantes.
4. É mais comum em adultos e geralmente está associada a doenças como hipertensão e diabetes. Jovens e crianças podem ser afetados.
5. Para evitar as crises, recomenda-se evitar o consumo de álcool, cafeína, refrigerantes e o tabagismo. Além disso, é importante manter o controle do nível do colesterol e praticar atividades físicas. |
Fonte: Fernando Ganança, otorrinolaringologista do Hospital Sírio Libânes (sp); Sérgio de Faria da Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia.
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Os números da dengue no ano de 2011
A Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde registrou um total de 721.546 casos de dengue no país em 2011 (até outubro). Comparado ao ano de 2010, houve uma redução de 24%. Confira porcentagem da doença em todas as regiões do país:
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