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6 informações sobre endometriose

Publicado em 17 de Mar de 2017 por Kelly Miyazato | Comente!

Consultamos Ivan Penna, professor Adjunto de Ginecologia e Obstetrícia (RJ) para esclarece algumas dúvidas relacionadas à endometriose. Fique por dentro!



 

Confira 6 informações sobre endometriose

Você já ouviu falar sobre endometriose? Para esclarecer algumas dúvidas relacionadas às suspeitas, consultamos Ivan Penna, professor Adjunto de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense (RJ). “A doença que afeta cerca de seis milhões de brasileiras, de acordo com a Associação Brasileira de Endometriose, é caracterizada pela presença do endométrio, tecido que reveste o interior do útero, fora da cavidade uterina, ou seja, em outros órgãos da pelve: trompas, ovários, intestinos e bexiga”, explica.

Penna acrescenta: “A endometriose ocorre nas mulheres que menstruam e, o processo se dá quando o sangue da menstruação cai dentro da pelve e provoca mudança na posição dos órgãos e causa dor”.  O especialista comenta que é importante suspeitar de endometriose nos seguintes casos:

1. Quando houver dor ou cólica forte no período que antecede ou até mesmo posterior ao período da menstruação;

2. Fique atenta e observe se a intensidade da dor na menstruação piora com o passar dos meses;

3. Perceba se a ingestão de pílula anticoncepcional ou anti-inflamatórios ajuda no alívio das dores;

4. Durante as relações sexuais, a sensação de dor é comum em algumas posições;

5. “Vale ressaltar que a endometriose pode alterar o funcionamento do intestino. Com isso, é possível ter constipação (fora do período menstrual) e durante a menstruação sofrer diarreia”, afirma.

6. A dificuldade para engravidar também é uma característica relevante e, nesse caso, é necessário realizar um tratamento com um especialista em reprodução humana.

“Embora os sintomas sejam comuns em portadoras de endometriose, não necessariamente se manifestam todos juntos. Por isso, ao notar esses sinais, procure a orientação de um especialista”, conclui.

 

*Por Kelly Miyazzato | Foto Shutterstock | Agradecimentos Ivan Penna, professor Adjunto de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense (RJ).

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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