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5 informações importantes sobre doenças pneumocócicas

Publicado em 27 de Jun de 2017 por Kelly Miyazato | Comente!

Entenda mais sobre as causas das doenças pneumocócicas que acometem crianças e adultos, como é possível tratá-las e quais são as formas de prevenção



 

Confira 5 informações importantes sobre 
doenças pneumocócicas

1. O que é?

Um grupo de doenças originadas pela bactéria pneumococo. Há duas versões: a não invasiva que atinge os pulmões, e não é detectada na corrente sanguínea; e a invasiva que afeta o sangue e também outros lugares que costumam ser livres de micro-organismos como tecidos e fluídos cerebrais e da medula espinhal.


2. Como se manifesta?

Em forma de meningite (processo infeccioso em torno do cérebro e da medula espinhal), otite (infecção no ouvido) e sinusite (inflamação das cavidades nasais), além de bacteremia (infecção na corrente sanguínea) e pneumonia cujos sintomas são dor no tórax, tosse com bastante secreção, falta de ar, taquicardia, febre alta e mal-estar generalizado.


3. Transmissão

A contaminação ocorre por meio do contato com gotas de saliva, e as aglomerações propiciam o contágio. No grupo de risco, estão as crianças com menos de dois anos de idade e que frequentam creches, assim como tabagistas e idosos com doenças crônicas, condições que afetam a imunidade.

4. Prevenção

O conselho médico é levar uma vida saudável, antitabagista, que inclua a prática de atividades físicas regulares, além de uma boa alimentação. Essa combinação ajuda a fortalecer o sistema imunológico. Além dos hábitos já citados, um meio eficaz de prevenção é a vacina conjugada.

5. Tratamento

A doença é tratada com antibióticos. Em casos mais severos, usam-se os remédios à base de penicilina. Se estiver na forma mais invasiva, o médico deverá detectar a presença da bactéria e, dessa forma, administrar o fármaco correto. Já para o tipo menos invasivo, o especialista deverá agir conforme o histórico do paciente e os resultados dos exames clínicos.

 

*Por Jhennifer Moisés | Infográfico Luiz Lentini | Fonte Rosana Richtmann, infectologista | Adaptação Kelly Miyazzato.

 

Revista VivaSaúde | Ed. 136

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