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5 verdades sobre a icterícia nos recém-nascidos

Publicado em 25 de Mar de 2015 por Marília Alencar | Comente!

Saiba 5 verdades sobre a icterícia nos recém-nascidos



Texto Samantha Cerquetani / Foto: Shutterstock 

Recém-nascido

(Foto: Shutterstock)

1. A icterícia se caracteriza por uma coloração amarelada da pele e mucosas que acontece devido a um aumento do pigmento bilirrubina na corrente sanguínea. Entre os recém-nascidos, ela é mais frequente nos bebês prematuros.

2. Estima-se que 60% das crianças desenvolvam o problema, que costuma aparecer logo nos primeiros dias de vida. Geralmente essa pigmentação desaparece espontaneamente, sem a necessidade de tratamento, em dez dias.

3. O diagnóstico é realizado pelo pediatra por meio da história clínica (materna e do recém-nascido) e exame físico detalhado e laboratorial (sangue ou fígado).

4. A causa, na maioria dos casos, é fisiológica (considerada normal pelos especialistas), mas também pode ocorrer devido à amamentação ou incompatibilidade sanguínea. O problema surge quando a formação debilirrubina é maior do que a capacidade do seu fígado de metabolizá-la.

5. O tratamento pode ser feito pela correção de aleitamento materno (pausa de alguns dias), necessidade de banho de luz (fototerapia) e até mesmo transfusões sanguíneas. A icterícia pode causar surdez e dano neurológico, em alguns casos.

Revista VivaSaúde/ Edição 111



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