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Tipos de manchas e sinais de nascença

Publicado em 12 de May de 2015 por Marília Alencar | Comente!

Os vários tipos: salmão, café com leite, azuladas ... conheça os tipos de manchas e sinais de nascença



Texto VivaSaúde/ Edição 138 / Foto: Reprodução 

Veja a seguir os nomes e as principais características dos sinais presentes na pele desde o nascimento:

(Foto: Reprodução)

1. Nevos melanocíticos congênitos: lesões pigmentadas (conhecidas como sinais ou pintas), que estão presentes desde o nascimento e representam um tumor das células pigmentares. São classificados pelo tamanho: com menos de 1,5 cm é pequeno e o grande equivale a 20 cm ou mais. Devem ser tidos como precursores do melanoma.

 2. Hemangioma infantil: tumor benigno mais comum da infância e ocorre em 1% a 2% dos recém-nascidos. Pode ser superficial, profunda ou mista.

3. Mancha salmão: é a mais comumlesão vascular do lactente. Apareceem 30% a 40% dos recém-nascidos e como lesão macular plana, rosa-escura,nas regiões da nuca e couro cabeludo,pálpebras superiores e, ocasionalmente,nariz e lábios; 95% dos casos clareiamno primeiro ou segundo ano de vida.

4. Mancha em vinho porto: pode ocorrer isolada ou associada a diversas síndromes. Trata-se de uma mal formação vascular congênita que se apresenta como lesão rósea a vermelho-escura. Geralmente, é unilateral e compromete a face.

5. Manchas café com leite: essas são grandes lesões, redondas, planas ou ovais com pigmentação castanho-clara encontradas em um terço das crianças. Na maioria das vezes, são um sinal normal. Mas quando aparecem em grupos de mais de seis e maioresq ue 0,5 cm, podem indicar uma doença genética chamada neurofibromatose.

6. Manchas mongólicas azuladas ou acinzentadas: trata-se de grandesáreas pigmentadas nas costas ou nobumbum, bastante comuns em bebêsasiáticos e africanos. Vão clareando como crescimento, mas não desaparecem.Não exigem atenção médica.

7. Pigmentares: marrons,acinzentadas, azuladas ou pretas, sãoresultado do desenvolvimento anormalde células da pigmentação.

Revista VivaSaúde / Edição 138



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