assine

Newsletter

Receba as novidades, cadastre-se

Riscos e eficácia do PSA, exame de próstata

Publicado em 07 de May de 2015 por Marília Alencar | Comente!

O jeito certo de diagnosticar o câncer de próstata! Conheça os riscos e eficácia do exame de PSA (Antígeno Prostático Específico)



Texto Tayane Garcia / Foto: Shutterstock 

Exame de próstata

(Foto: Shutterstock)

Pesquisadores da Universidade Case Western Reserve (Cleveland-EUA) avaliaram a eficácia do exame preventivo de câncer de próstata, o conhecido PSA (Antígeno Prostático Específico). A conclusão a que chegaram é que os riscos da triagem superam seus benefícios. Isso porque o agressivo tratamento posterior levaria à diminuição da qualidade de vida do paciente.

A questão levantada remete ao fato de que o PSA, como única fonte de informação diagnóstica, pode ensejar um tratamento desnecessário. “O PSA, isoladamente, não revela a gravidade ou a extensão da doença. Ele deve ser avaliado em conjunto com outros dados, como histórico familiar, exame de toque prostático, exames de imagem etc.”, informa Mauro Pinheiro, urologista do Departamento de Andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU-RJ).

Após esta avaliação, uma biópsia prostática trará dados mais consistentes sobre a existência ou não de câncer e sobre a gravidade do mesmo. Vale ressaltar que outras variáveis ainda devem ser consideradas para recomendar o tratamento, tais como: idade, riscos e comorbidades associadas. A SBU recomenda que seja realizado o exame de PSA e o de toque retal em homens após 50 anos e, caso haja histórico familiar, a partir dos 40 anos.

Revista VivaSaúde/ Edição 134



COMENTE!