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Incontinência urinária

Publicado em 25 de Mar de 2013 por Ana Paula Ferreira | Comente!

Entenda a incontinência urinária, problema que pode atingir todas as faixas etárias e tem causas multifatoriais



Texto: Samantha Cerquetani / Foto: Divulgação / Adaptação: Ana Paula Ferreira

A principal forma de prevenir a incontinência urinária é a mudança do estilo de vida: não fumar,

diminuir o consumo da cafeína e evitar a obesidade. Foto: Divulgação

A perda involuntária da urina pode atingir todas as faixas etárias, mas o problema prevalece na fase adulta e em mulheres. As causas da doença são multifatoriais. Entenda, em cinco passos, tudo sobre a incontinência urinária.


1.    O que é?

Trata-se da perda involuntária de urina. A incontinência urinária (IU) ocorre quando a uretra e a bexiga não trabalham de forma coordenada. Afeta todas as faixas etárias, e é  mais incidente entre as mulheres. Surge, geralmente, por causa do enfraquecimento da musculatura pélvica. O aumento da bexiga (que ocorre pelo excesso de peso) e a gravidez e o parto, além de mudanças hormonais na menopausa, são outras causas. Nos homens, os fatores são: terapia para o câncer de próstata, cirurgia ou radioterapia. Tabagismo, doenças crônicas e o uso de alguns remédios também aumentam o risco para o problema. Ao envelhecer, a capacidade de controlar a vontade de urinar diminui, e, por isso, muitas vezes ela é associada à velhice

2.    Sintomas

A principal é a vontade súbita de urinar (incontinência de urgência) e a perda da urina antes de chegar ao banheiro, pois não há controle da micção. A IU também pode acontecer durante esforços físicos como tosse, espirro ou risada (incontinência de esforço), e ser involuntária, esporádica ou, ainda, ser um problema contínuo.

3.    Diagnóstico

A IU pode ser avaliada por meio da queixa de perda urinária, exame simples com a observação da perda de urina ao esforço e, mais especificamente, pelo exame de urodinâmica (que registra as alterações relacionadas a armazenar ou epulsar a urina). O médico indicará o diário miccional, onde deverão ser registrados a hora, volume, episódios de perda da urina, além da quantidade de líquidos ingeridos. Assim, haverá um diagnóstico mais preciso.

4.    Prevenção

A principal forma de prevenção é a mudança do estilo de vida: não fumar, diminuir o consumo da cafeína e evitar a obesidade. Recomenda-se, ainda, a realização de exercícios para fortalecimento da musculatura pélvica em todas as fases da vida.

5.    Tratamento

Após o diagnóstico, o tratamento adequado é escolhido conforme o tipo de incontinência. A cirurgia é recomendada no caso de incontinência urinária por esforço, juntamente com exercícios que visam auxiliar o fortalecimento da região pélvica. Para a incontinência urinária de urgência, o tratamento é farmacológico e fisioterápico. Estudos têm mostrado resultados significativos de cura ou redução dos sintomas com o tratamento adequado. E, por consequência, verifica-se a melhora da qualidade de vida das pessoas que apresentam o problema.



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