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Tudo o que você precisa saber sobre a Febre Amarela

Publicado em 03 de Feb de 2017 por Kelly Miyazato | Comente!

O alerta contra o vírus da zika, a dengue e a chikungunya não está limitado à essas enfermidades, muito pelo contrário, a preocupação se volta para o aumento da doença causada por um arbovírus do gênero flavivírus e transmitida por mosquitos. Por isso, consultamos uma especialista para esclarecer tudo o que você precisa saber sobre a Febre Amarela. Fique atento!



 

Tudo o que você precisa saber sobre a Febre Amarela

Embora a preocupação nos últimos tempos tenha sido voltada ao vírus da zika, dengue e chikungunya, de acordo com o Ministério da Saúde, os estados notificaram nesta quinta-feira (2), 149 casos confirmados de Febre Amarela, que somam óbitos de 52 casos e 80 ainda estão sendo investigados.  

Para entender um pouco mais, consultamos Thais Guimarães, médica infectologista e presidente da Sociedade Paulista de Infectologia, que explica sobre a gravidade da doença causada por um arbovírus do gênero flavivírus e transmitida por mosquitos. “A infecção pode ser categorizada de duas formas: Febre Amarela Urbana, quando é transmitida pelo Aedes Aegypti ou Febre Amarela Silvestre, quando transmitida pelo Haemagogus e Sabethe”, afirma.

Thais informa que os primeiros sintomas costumam surgir no período de 3 a 6 dias após a infecção: náuseas e vômito, perda de apetite, febre, fadiga e fraqueza, fotofobia, coloração amarelada na pele e no branco dos olhos, hemorragia e insuficiência de múltiplos órgãos.

"Não há tratamento específico para a Febre Amarela. A forma mais eficaz para prevenir a doença é recorrer à vacina - disponível gratuitamente nos postos de saúde em qualquer época do ano, mas vale ressaltar que não é para todos. A vacinação é indicada para quem se desloca para as áreas de risco e possui contraindicações, por isso, a consulta de um médico é fundamental”, acrescenta.

Após a constatação da doença, Thais conclui: “O especialista tomará algumas medidas concentradas no monitoramento de sintomas, além de prevenir possíveis complicações. Para casos mais graves, o profissional verificará a necessidade de internação”.

 

*Por Kelly Miyazzato | Foto Shutterstock | Infográfico Ministério da Saúde | Agradecimentos à Thais Guimarães, médica infectologista e presidente da Sociedade Paulista de Infectologia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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