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Dia Nacional de Conscientização da Esclerose Múltipla

Publicado em 30 de Aug de 2017 por Kelly Miyazato | Comente!

No Dia Nacional de Conscientização da Esclerose Múltipla (30), fique por dentro e saiba mais sobre a doença inflamatória crônica que afeta o sistema nervoso central



 


Dia Nacional de Conscientização da Esclerose Múltipla

No Dia Nacional de Conscientização da Esclerose Múltipla, fique atento e entenda mais sobre a doença inflamatória crônica que afeta o sistema nervoso central: o processo se inicia no linfócito (célula de defesa), que é ativado por algum estímulo imunológico, como no ataque de um vírus, por exemplo. A esclerose múltipla ocorre quando o organismo ataca de forma anômala uma fração da mielina, proteína que compõe o sistema nervoso central, causando a desmielinização focal.

  • Como se desenvolve

Cerca de 80% dos casos evoluem com a sucessão dos episódios da doença. Estes surtos, inicialmente, costumam se reverter por intervenção médica ou espontaneamente. São casos conhecidos como surto-remissivos, que não deixam sequelas. O passar do tempo e a repetição dos episódios, entretanto, são fatores que diminuem gradativamente a capacidade cognitiva dos pacientes. O restante dos casos é diagnosticado como primariamente progressivos desde seu início, forma mais agressiva e pouco responsiva às terapias atualmente disponíveis.

  • Principais sintomas

Os sinais (surtos) da esclerose múltipla dependem da localização da lesão inflamatória no sistema nervoso central. Os sintomas da doença podem variar desde uma alteração visual, fraqueza ou dormência muscular, distúrbios de linguagem, alterações de equilíbrio e da sensibilidade em um membro ou mesmo em uma metade corporal.

  • Formas de diagnosticar

A avaliação deve ser realizada por um neurologista especializado, pois é necessária uma extensa rotina de testes para que se obtenha um diagnóstico minucioso. A bateria de exames para detectar a doença inclui análises neurológicas e paraclínicas (líquido cefalorraquidiano, eletrofisiologia, potenciais evocados visuais e ressonância magnética).

  • O tratamento

Não há tratamentos preventivos para a esclerose múltilpa. Os imunomoduladores são medicamentos usados para reduzir o impacto dos surtos. Porém, um recente estudo clínico, chamado Benefit, feito com 468 pacientes, revelou que a intervenção precoce com betainterferona — quando surgem as primeiras queixas de memória e sinais como fadiga excessiva — é capaz de melhorar a função cognitiva de pacientes com até dois anos de diagnóstico da doença.

 

*Por Ivan Alves | Infográfico Luiz Lentini | Foto Shutterstock | Adaptação Kelly Miyazzato.

 

 

Revista VivaSaúde | Edição 88

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