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Dia Mundial da Conscientização Sobre Linfomas

Publicado em 15 de Sep de 2017 por Kelly Miyazato | Comente!

No Dia Mundial da Conscientização Sobre Linfomas, fique por dentro e saiba tudo sobre o tipo de câncer que atinge o sistema linfático e pode ocorrer sem dor ou de forma súbita



 

Entenda mais sobre a doença no Dia Mundial da Conscientização Sobre Linfomas

  • O que é?

Um tipo de câncer que atinge o sistema linfático, estrutura composta por gânglios linfáticos (linfonodos), espalhados por órgãos e tecidos como baço, amígdalas, medula óssea, estômago, intestino, fígado e pulmão. Essa estrutura faz parte do sistema imunológico. A doença é caracterizada por manifestações clínicas que podem aparecer sem dor ou subitamente.

  • Tipos da doença

O linfoma pode ser classificado em não Hodgkin e de Hodgkin. O que diferencia é a presença de uma célula maligna, ativa nos de Hodgkin. A doença é comum em indivíduos na idade adulta jovem ou com mais de 50 anos. Já o linfoma não Hodgkin é frequente entre pessoas acima de 60 anos. Diagnosticada precocemente, a patologia costuma responder bem ao tratamento.

 

  • Sintomas

O linfoma é caracterizado pelo aumento indolor dos gânglios. As principais manifestações são verificadas por meio de caroços no pescoço, nas axilas ou na virilha. Há situações em que o crescimento dos gânglios internos comprime órgãos, causando sintomas como tosse, falta de ar, sudorese noturna, febre, perda de peso e coceira.

 

  • Diagnóstico

Como o aumento dos gânglios pode ser causado por infecções ou inflamações, sem relação com o linfoma, a biópsia é o principal recurso para confirmar a doença. Outros exames são necessários para identificar os subtipos dos linfomas e as áreas do corpo afetadas e, assim, determinar o tratamento mais eficaz.

 

  • Tratamento

Há situações de baixo risco que não requerem tratamento com fármacos ou qualquer intervenção terapêutica. A maioria dos casos, porém, é tratada com quimioterapia. Sessões de radioterapia associada à quimioterapia e até mesmo o transplante de medula óssea podem ser aplicados para casos mais graves.

 

*Por Ivan Alves | Colaborou Priscila Pegatin | Foto Shutterstock | Consultoria Maria Cristina Martins de Almeida Macedo, Coordenadora do Serviço de Hematologia e Hemoterapia do Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC) | Adaptação Kelly Miyazzato.


Revista VivaSaúde | Edição 142

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