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5 informações sobre os cálculos renais

Publicado em 10 de Jul de 2015 por Marília Alencar | Comente!

Cálculos renais, também conhecidos como pedras nos rins, a doença pode provocar uma cólica abdominal intensa, dores ao urinar e infecções urinárias recorrentes



Texto Samantha Cerquetani/ Foto: Shutterstock/ Adaptação: Marília Alencar

Cálculo renal ou "Pedra nos rins"
(Foto: Shutterstock)

1. O que são?

Os cálculos renais, também conhecidos como “pedra nos rins” ou nefrolitíase, surgem quando alguns componentes da urina (sais minerais) aumentam, tornam-se sólidos e se depositam nos rins ou no aparelho urinário. Os principais elementos formadores de cálculo são: cálcio, oxalato e ácido úrico.

A urina elimina determinados elementos que só podem ser excretados quando diluídos em água. O rim concentra a urina de forma que a menor quantidade de água necessária seja utilizada para dissolver esses sais minerais. Se nesse processo ocorrer escassez de água ou excesso de sais, surgem as “pedras nos rins”.

Mais comum em homens, o problema atinge até as crianças. Há maior predisposição em pessoas com histórico familiar, que morem ou trabalhem em locais quentes, tenham uma dieta rica em sal e proteína animal e bebam pouco líquido.

2. Sintomas

O cálculo, quando ainda está no rim, costuma ser assintomático. A clássica cólica renal se caracteriza por uma dor intensa que começa na região lombar ou lateral do abdome. Além disso, o indivíduo pode apresentar infecção urinária de repetição, presença de sangue na urina (hematúria), urgência miccional, dor ao urinar, náuseas e vômitos.

3. Diagnóstico

O problema de saúde pode ser detectado por meio de avaliação clínica, exame comum de urina, ultrassonografia dos rins, tomografia helicoidal sem contraste, raio X simples do abdome.

4. Prevenção

Para detecção precoce da doença, os médicos recomendam realizar exames sanguíneo, de urina e imagem. Além disso, deve-se ingerir pelo menos 2 litros de líquidos por dia, reduzir o consumo de sal e proteína na dieta e ingerir mais frutas cítricas e alimentos ricos em potássio.

5. Tratamento

Na fase aguda são usados analgésicos e hidratação. Em alguns casos é preciso remover o cálculo por meio de uma cirurgia ou com litotripsia (ondas de choque a laser) que quebram as pedras para que elas possam ser expelidas pela uretra. A análise dos exames de imagem verifica a localização e o número de cálculos existentes, assim como a presença de dilatação da via urinária.

Após essa fase, deve-se realizar uma investigação metabólica para detectar uma possível causa para a formação do cálculo renal, pois para cada alteração existe um tratamento específico.

Revista VivaSaúde/ Edição 108



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