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Depressão: saiba como a dança pode ajudar a reduzir os sintomas da doença

Publicado em 03 de Nov de 2017 por Kelly Miyazato | Comente!

Além de se divertir e conhecer pessoas novas, a prática da dança também pode ajudar a combater e reduzir os sintomas da depressão. Saiba mais!



Depressão: saiba como a dança pode ajudar a reduzir os sintomas da doença

A dança é uma ótima opção para combater a depressão. Ela estimula a concentração, e a música ainda anima. Outra ideia são as aulas em circuito, pois as pessoas ficam ligadas uma na frente das outras, segundo a educadora física e fisiologista Lucina Mankel, da Curves Academia.

Estudos realizados com pessoas a partir de 50 anos mostram que o exercício aeróbico promove uma redução da inflamação no cérebro, eliminando o estresse oxidativo e estabilizando o equilíbrio do cálcio no organismo. Além disso, melhora o desempenho cognitivo, aprendizagem e memória. Caminhada, natação e bicicleta são ótimos exemplos desses exercícios, que, com seus movimentos cíclicos e constantes, ajudam a prender a atenção do paciente, as artérias se dilatam fazendo com que o sangue circule mais facilmente pelo corpo e oxigene mais o cérebro.

Segundo uma pesquisa realizada pela Universidade Southwersten, do Texas, nos Estados Unidos, correr três vezes por semana tão eficiente quanto o uso de antidepressivos. A prática de atividades aeróbicas durante 30 minutos pelo menos três vezes por semana reduz quase pela metade os sintomas de uma depressão moderada. O estudo analisou cerca de 70 participantes, entre 20 e  45 anos, com sintomas da doença, e a conclusão foi de que as pessoas que desempenharam atividadess aeróbicas de forma moderada ou intensa.

Durante três a cinco dias toda semana, os pacientes sentiram uma diminuição de 47% de seus sintomas depressivos  depois de três meses. Já para aqueles que realizaram atividades de menor intensidade de três dias semanalmente, os sintomas reduziram cerca de 30%. No grupo que cumpriu atividades de flexibilidade durante 15 a 20 minutos, a redução foi de 29%. 

 

*Reportagem e Redação: Fernanda de Almeida e Samantha Cerquetani | Revista VivaSaúde Especial Depressão | Foto: Shutterstock | Adaptação: Kelly Miyazzato.

 

Coleção VivaSaúde Especial Depressão

 

 

 

 

 

 

 

 




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