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Dança para melhorar a autoestima

Publicado em 28 de Mar de 2014 por Leticia Maciel | Comente!

Entenda como os variados tipos de ritmos podem ajudar a combater o sedentarismo e aumentar a autoestima em qualquer idade



Texto: André Bernardo/ Ilustração: Roberto Weigand/ Adaptação: Letícia Maciel 

A dança melhora a coordenação motora, combate o sedentarismo, previne doenças
e tonifica os músculos
Ilustração: Roberto Weigand 

Samba, tango ou bolero. Não importa o ritmo, o que vale é dançar. É assim que pensa o casal Emídio e Maria Tereza. Casados há 35 anos, os dois passaram boa parte dos últimos três anos na Escola de Dança Marinho Braz, no Rio. Começaram a dançar por insistência dela. Com o colesterol nas alturas, Maria Tereza, 56, precisava fazer uma atividade física de qualquer maneira. “Nunca gostei de malhação, mas, desde pequena, adorava sambar. Quando o cardiologista viu o meu último exame, nem acreditou”, brinca. O taxista Emídio Moura, 65, não esconde de ninguém que começou a aprender a dançar meio a contragosto. Hoje, quando ele não pode ir à aula por algum motivo, só falta cair doente. 

“Cansei de ficar em casa, assistindo ao telejornal. Em vez de distrair a cabeça, fico ainda mais deprimido. Na academia, não. Quando aprendo uns passos novos, nem sinto o tempo passar. Além de exercitar a forma física, também faço novos amigos”, ressalta. Para a professora de dança Najla Coelho, 24, a lista de benefícios dessa atividade não tem fim: melhora a coordenação motora, combate o sedentarismo, previne doenças e tonifica os músculos. O maior deles, porém, é melhorar a autoestima. “As salas espelhadas são um convite para os adeptos da dança cuidarem mais de si mesmos”, afirma Najla, acrescentando que qualquer pessoa, “até quem jura que não leva jeito”, pode aprender a dançar. Só é preciso ter motivação.

Revista VivaSaúde Edição 73



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