Viva Saúde
Edição 7 - Novembro/2004
 
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  Pílulas eficientes para sua saúde

POR DANIELA TALAMONI

Ilustração: Marcelo GarciaPara não dar branco
Não importa quantas baladas foram sacrificadas em nome dos estudos e da preparação para o vestibular. Na véspera, a insegurança pode perturbar até o sono dos mais aplicados. Nem por isso os vestibulandos devem se desesperar e partir para uma revisão geral e de última hora de todas as matérias. "Além de ser um esforço em vão, porque a memória relacionada ao aprendizado precisa de seis a oito horas para registrar as informações, esse hábito pode gerar um estado de stress emocional e provocar o tal 'branco' na prova", explica o neurologista Jorge Pagura (SP). Para fazer valer em quatro horas a dedicação de um ano inteiro, ele recomenda seguir as regras abaixo pelo menos três dias antes:
 Evite falar de vestibular e de tudo que envolve a prova. Esqueça os livros.
 Procure se dedicar a um hobby, a algo que o deixe distraído, feliz e relaxado.
 Assista a um filme, reúna os amigos... O importante é fazer o que gosta.
 Durma o suficiente para se sentir descansado.

HUMANOS COM CÓDIGO DE BARRAS
Agora, durante uma consulta médica, você não precisará se lembrar da última vez que tomou o remédio, de quantas doenças já teve desde a infância e nem de quais parentes têm o mesmo problema que o seu. Bastará estender o braço para o médico. Ao passar um leitor óptico sobre sua pele, ele terá acesso imediato a todo seu histórico. Parece ficção? Pois acredite, a FDA, agência que regula os medicamentos e alimentos nos Estados Unidos, liberou para uso médico o implante em humanos do VeriChip, um dispositivo eletrônico do tamanho de um grão de arroz. A decisão gerou polêmica e os especialistas ainda se dividem quanto aos riscos que a tecnologia pode oferecer à saúde.

Enquete 1
Na edição passada, perguntamos se você faria ou não testes de última geração, capazes de identificar a presença dos genes responsáveis por doenças genéticas e graves, como a hemofilia. A votação, realizada no nosso site (www.revistavivasaude.com.br), apresentou o seguinte resultado: 82% responderam SIM, desejariam poder antecipar um provável diagnóstico de doenças e 18% optaram por NÃO saber o que o futuro genético reserva.

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