Para
não dar branco
Não importa quantas baladas foram sacrificadas em nome dos estudos e da
preparação para o vestibular. Na véspera, a insegurança pode perturbar
até o sono dos mais aplicados. Nem por isso os vestibulandos devem se
desesperar e partir para uma revisão geral e de última hora de todas as
matérias. "Além de ser um esforço em vão, porque a memória relacionada
ao aprendizado precisa de seis a oito horas para registrar as informações,
esse hábito pode gerar um estado de stress emocional e provocar o tal
'branco' na prova", explica o neurologista Jorge Pagura (SP). Para fazer
valer em quatro horas a dedicação de um ano inteiro, ele recomenda seguir
as regras abaixo pelo menos três dias antes:
Evite falar de vestibular e de tudo que envolve
a prova. Esqueça os livros.
Procure se dedicar a um hobby, a algo que o deixe distraído, feliz e
relaxado.
Assista a um filme, reúna os amigos... O importante é fazer o que gosta.
Durma o suficiente para se sentir descansado.
HUMANOS COM CÓDIGO DE BARRAS
Agora, durante uma consulta médica, você não precisará se lembrar da última
vez que tomou o remédio, de quantas doenças já teve desde a infância e
nem de quais parentes têm o mesmo problema que o seu. Bastará estender
o braço para o médico. Ao passar um leitor óptico sobre sua pele, ele
terá acesso imediato a todo seu histórico. Parece ficção? Pois acredite,
a FDA, agência que regula os medicamentos e alimentos nos Estados Unidos,
liberou para uso médico o implante em humanos do VeriChip, um dispositivo
eletrônico do tamanho de um grão de arroz. A decisão gerou polêmica e
os especialistas ainda se dividem quanto aos riscos que a tecnologia pode
oferecer à saúde.
Enquete
1
Na edição passada, perguntamos se você faria ou não testes de última geração,
capazes de identificar a presença dos genes responsáveis por doenças genéticas
e graves, como a hemofilia. A votação, realizada no nosso site (www.revistavivasaude.com.br),
apresentou o seguinte resultado: 82% responderam SIM, desejariam poder
antecipar um provável diagnóstico de doenças e 18% optaram por NÃO saber
o que o futuro genético reserva.
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