São substâncias com alta capacidade de adoçar. Geralmente são dezenas, às vezes centenas de vezes mais doces do que o açúcar tradicional. Entre elas estão:
Sacarina |
Edulcorante artificial 500 vezes mais doce que o açúcar, apresenta um sabor doce e metálico. É utilizado mundialmente em diversos produtos na indústria de alimentos (biscoitos, sorvetes, refrigerantes, alimentos diet e light), medicamento (xaropes, pastilhas) e também é possível encontrá-lo em cremes dentais e anti-sépticos bucais. |
Ciclamato |
Edulcorante artificial 30 vezes mais doce que o açúcar. É usado mundialmente há mais 30 anos, não provocando cáries podendo ser também combinado a outros edulcorantes. |
Aspartame |
O Aspartame é 200 vezes mais doce que o açúcar e apresenta uma I.D.A. (Ingestão Diária Admissível) de 40 mg/kg de peso corpóreo. Exemplo: uma pessoa que pesa 60 kg pode consumir 2400 mg do edulcorante Aspartame. Isso significa 60g do Adoçante Aspartame ao dia. Os portadores de uma deficiência rara, fenilcetonúria, não metabolizam o aminoácido fenilalanina, devendo evitar o consumo de aspartame. Esses indivíduos também são incapazes de metabolizar a fenilalanina de qualquer alimento, devendo ser submetidos a uma dieta rigorosa. A legislação brasileira obriga que os alimentos que contém aspartame tragam no rótulo a advertência em destaque e negrito: CONTÉM FENILALANINA |
Steviosídeo |
Edulcorante natural 300 vezes mais doce que o açúcar, podendo ser utilizado como edulcorante único em um produto ou combinado a outros edulcorantes. |
Fonte: Simone Gomes, engenheira de alimentos, da Good Light/ Cynthia Antonaccio, nutricionista da Equilibrium, Consultoria em Nutrição e Bem-estar.