Viva Saúde
Edição 40 - Fevereiro/2007
 
Sumário da Edição
Edições Anteriores
Editorial
Sala de Espera
Consultório Médico
Aconteceu Comigo
Raio x
Leveza à Mesa
Atividade física
Saúde Natural
Mundo Infantil
Olho Clínico
Mais Vitalidade
Onde Encontrar
Internet
 
Exclusivo assinantes
Fale conosco
Assine já
Anuncie
 

  Passado sem marcas
A indústria cosmética tem feito sua parte para conter e adiar ao máximo o aparecimento das rugas. Mas a prevenção ainda é a melhor saída para amenizar esses sinais do tempo e, por que não, conviver bem com eles

POR WIVIAN MARANHÃO
FOTO FERNANDO GARDINALI

Assistir passivamente à ação do tempo virou coisa do passado. Hoje, cada vez mais, as mulheres e, mais recentemente, os homens têm investido nos cuidados com a estética para elevar a auto-estima e a qualidade de vida.

De acordo com a médica Denise Steiner, doutora em dermatologia pela Universidade de Campinas (Unicamp) e membro da Academia Americana de Dermatologia, ao longo dos anos, a pele, assim como todos os órgãos do corpo, sofre alterações e envelhece. O resultado? Cútis sem viço, luminosidade, elasticidade e, por conseqüência, com manchas, flacidez e as indesejáveis rugas, que nada mais são do que sulcos mais ou menos lineares na pele e de profundidades variáveis.

Não há diferença entre linhas de expressão e vincos. Segundo Cintia de Andrade, dermatologista do hospital Sírio Libanês (SP) e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, todas essas 'depressões' que aparecem na face são rugas. "São fruto da movimentação facial, como quando sorrimos. Com o tempo e a repetição dos movimentos, a pele perde a elasticidade e os vincos se instalam, mesmo com o rosto em repouso", explica a médica.

A epiderme, camada mais externa da pele, é ondulada. Com o avanço da idade, ela passa a sofrer um achatamento e o número de células que se descamam da pele também diminui, em função da alteração da renovação celular. Há ainda uma redução na produção hormonal, e a pele começa a ficar ressecada, perde sua capacidade de reter água e de manter o equilíbrio na produção das fibras de sustentação (colágeno e elastina). Os vasos sangüíneos também vão perdendo a capacidade de eliminar as toxinas do organismo e de nutrir e oxigenar as células da epiderme, difi- cultando a renovação celular.

CONHEÇA SUA PELE, PARA DEPOIS TRATÁ-LA
 

Especialistas concordam que o ideal é que um profissional da área dermatológica ou esteticista faça uma avaliação individual, pois a pele apresenta características variáveis. Em linhas gerais, no entanto, é possível determinar grosseiramente um tipo de pele a partir das seguintes características:

PELE NORMAL
 apresenta secreção sebácea equilibrada;
 dificilmente terá poros abertos;
 suporta razoavelmente o contato com sabonetes, exposição ao sol e mudanças de temperatura.

PELE SECA
 demonstra secreção sebácea diminuída;
 pouco ou nenhum brilho e poros finos;
 textura suave ou áspera com tendência à descamação;
 tendência ao aparecimento de linhas de expressão;
 muito sensível ao contato com sabonetes (sob seu efeito, a pele fica esticada), variação de temperatura e ultra-sensível à exposição solar.

PELE OLEOSA
 apresenta intensa secreção sebácea, principalmente na 'zona T' (testa, nariz e queixo);
 brilhante, poros profundos e visíveis, pegajosa ao tato e com muitos poros negros;
 suporta bem agentes externos e sabonetes;
 bronzeia com facilidade.

PELE MISTA
 apresenta secreção sebácea normal, exceto na 'zona T', onde tem aspecto nitidamente gorduroso e brilhante, alternando com zonas secas e normais em outras áreas da face.

   

PÁGINAS :: 1 | 2 | 3 | Próxima >>


Faça já sua busca
no site da revista Viva Saúde


Copyright © 2008 - Editora Escala
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação sem autorização.