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Carinho, proteção e cuidados até os 10 anos
POR PATRÍCIA BOCCIA FOTOS: SÍMBOLO IMAGENS E DIVULGAÇÃO ILUSTRAÇÃO: MG STUDIO
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| O estresse em época de provas provoca desequilíbrio alimentar na criança |
ESTRESSE PODE LEVAR A OBESIDADE
Pesquisadores da University College, de Londres, acompanharam quatro mil estudantes em vésperas de provas com idade entre 11 e 12 anos. Ao montar o prato, os pequenos, estressados pelo fato das cobranças em relação aos estudos, costumavam pular o café da manhã, comiam mais, faziam maior número de lanchinhos, davam preferência aos alimentos gordurosos e ingeriam menos frutas e vegetais. A dica dos especialistas para a época em que os baixinhos se mostrarem muito ansiosos é ajudá-los a controlar o que comem e tentar amenizar a agitação da garotada.
Direitos não se discutem
O Mini-Larousse dos Direitos da Criança, (Ed. Larousse do Brasil, R$ 14,90) mostra de forma didática que toda criança tem direito a crescer com saúde, estudando e brincando, independentemente de sua raça ou credo religioso. É o que está previsto na Declaração dos Direitos da Criança, criada a partir da Declaração Universal dos Direitos Humanos pela ONU (Organização das Nações Unidas). A obra, de autoria de Silvana Salerno, é apresentada em linguagem clara e objetiva, que facilita o entendimento do pequeno leitor. As ilustrações de Michele Iacocca são divertidas e complementam as informações, ajudando na compreensão do tema. Vale a pena! |
LUTA CONTRA O ROTAVÍRUS
A Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) incluirá, finalmente, no calendário do Programa Nacional de Imunizações, a vacina contra o rotavírus, que provoca uma doença responsável por cerca de 30% das diarréias graves em crianças de até cinco anos. A meta é reduzir em 42% as internações pelo distúrbio. A vacina estará disponível nos postos de saúde da rede pública e será oferecida rotineiramente. Até então, cada dose só era dada em consultórios particulares ao custo de R$ 200. O calendário de vacinação infantil não era atualizado há seis anos. A última imunização incluída nele, em 1999, foi a Haemophilus influenza tipo b, contra meningite bacteriana.
Mamãe feliz
Que fome é essa?
Um recente estudo da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, levantou uma suspeita bem curiosa. Segundo os cientistas, grávidas de meninos costumam sentir mais fome. Parece que os bebês do sexo masculino 'consomem' mais energia de suas mamães. Das 250 gestantes analisadas, cerca de 90% daquelas que esperavam por meninos consumiam de 10% a 15% mais calorias comparadas às futuras mães de meninas. E, de fato, eles nascem com cerca de 100 gramas a mais do que elas. Nesse caso, se você estiver grávida e ainda não souber o sexo do bebê, preste atenção na sua fome. De acordo com a pesquisa, ela pode sinalizar bastante.
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