Viva Saúde
Edição 20 - Dezembro/2005
 
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  Mais qualidade de vida para o diabético
É o que prometem as recentes descobertas médicas: entre elas a droga que estabiliza por completo os sintomas da doença e as células substitutivas capazes de acabar com as injeções de insulina

POR EULINA OLIVEIRA

FOTO: SÍMBOLO IMAGENS
Em todo o mundo pesquisadores estudam novas drogas para o tratamento do diabetes, de forma a tornar a vida do portador mais fácil - principalmente daqueles que precisam fazer várias aplicações de insulina (hormônio que regula a taxa de glicose no sangue, produzido no pâncreas) ao longo do dia. Diversas possibilidades estão sendo testadas e algumas devem chegar ao mercado muito em breve. A preocupação dos médicos tem um motivo: o número de casos da doença cresce progressivamente.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, atualmente, existam 165 milhões de diabéticos em todo o mundo. Dentro de 20 anos, em 2025, a previsão é de que esse índice quase dobre, alcançando 320 milhões de pessoas. Entre os principais fatores para a expansão da enfermidade estão a obesidade e o sedentarismo. E com tratamento adequado para manter o mal sob controle, o diabético pode levar uma vida normal.

FIQUE ATENTO

Em alguns casos, principalmente nos de diabetes tipo 2, o paciente não apresenta sintomas e pode demorar a descobrir a doença. Por isso, os médicos recomendam que pessoas com mais de 40 anos façam exames preventivos para verificar a existência do mal. Mas é bom saber que os sinais de quem está com níveis altos ou mal controlados de glicose no sangue são os seguintes:
 Muita sede
 Vontade de urinar diversas vezes
 Fome exagerada
 Perda de peso (mesmo sentindo mais fome e comendo mais do que o habitual)
 Visão embaçada
 Infecções repetidas na pele ou mucosas
 Machucados que demoram a cicatrizar
 Fadiga (cansaço inexplicável)
 Dores nas pernas por causa da má circulação
 Diminuição ou perda de sensibilidade de alguma parte do corpo

FONTE: SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES


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