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Como viver melhor a partir dos 60 anos
POR CRISTINA NABUCO
Quer dar uma força ao coração e ao cérebro?
Consuma peixes de águas frias e profundas como salmão, cavala, atum e arenque.
Eles são ricos em ácidos graxos Ômega 3, um tipo de gordura que protege
as artérias de obstruções, responsáveis por infartos e derrames. Em trabalhos
mais recentes, cientistas das universidades de Chicago e Tufts, nos Estados
Unidos, constataram grandes benefícios aos consumidores de Ômega 3 portadores
do mal de Alzheimer, a ponto de ser considerada uma esperança de prevenção
contra essa doença do cérebro. Quanto comer? A recomendação é 1 g por dia.
Para tanto, basta colocar peixe no cardápio duas a três vezes por semana,
de preferência fresco. Atum e sardinhas enlatados também servem, mas prefira
os conservados em água, por serem menos calóricos.
"Uma alternativa para encarar
a velhice com otimismo é aceitar-se, entender a vida como ela
é e acatar os outros como na verdade são"
ANITA
NERI, PROFESSORA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS (UNICAMP)
E CO-AUTORA DO LIVRO VELHICE BEM-SUCEDIDA, EDITORA PAPIRUS
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Atrase o relógio
O livro Slow Your Clock Down (Atrase seu Relógio Biológico) virou
best-seller nos Estados Unidos. Nele, a ginecologista Judith Reichman
ensina estratégias para prevenir doenças e conservar a saúde. Confira
algumas:
Exercício físico deve ser prioridade - Nenhum
remédio tem impacto tão positivo na qualidade de vida como o hábito de
praticar atividades físicas regularmente. Se possível, meia hora todo
dia.
Controle o peso - É importante prevenir a obesidade
e os problemas dela decorrentes. Prefira frutas, verduras, legumes, cereais
integrais, nozes, laticínios desnatados, peixes e carnes magras.
Não fume - Os motivos, você já deve saber de
cor. O importante é tomar uma atitude para se livrar do cigarro já.
OS
AMIGOS DA VISÃO |
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"Andar de bicicleta, caminhar, correr, nadar ou seguir um programa
de exercícios aeróbicos três vezes por semana fazem cair em 20% a
pressão intra-ocular, auxiliando na prevenção e tratamento de glaucoma",
avisa o presidente científico da Associação Brasileira dos Portadores
de Glaucoma, Paulo Augusto de Arruda Mello (SP). A doença decorrente
de uma perigosa elevação na pressão dentro do olho pode danificar
o nervo óptico e levar à cegueira. O pior é que em 80% dos casos não
há sinais de dores ou sintomas. |
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