Viva Saúde
Edição 16 - Agosto/2005
 
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  Pílulas eficientes para sua saúde

POR DANIELA TALAMONI

MUITO ALÉM DO PERFUME
A psicóloga e aromaterapeuta Sâmia Maluf (SP) destaca as funções terapêuticas de alguns óleos essenciais.
Essência Propriedades Quando usar
Limão siciliano ou taiti Anti-séptico e desinfetante Para higienizar as mãos e para dor de garganta. Neste caso, prepare um gargarejo com meio copo de água morna e 1 gota do óleo essencial. Mas, cuidado: este tipo de essência é fotossensibilizante, portanto, ao usá-la na pele, evite a exposição ao sol
Lavanda Analgésico, sedativo, anti-séptico, antiinflamatório Desinfecção de pequenos cortes e arranhões ou para promover o relaxamento em casos de insônia, dores de cabeça e tensão pré-menstrual
Tea tree Bactericida e fungicida Diferentemente dos outros, ele não precisa ser diluído. É indicado para auxiliar o tratamento de acne, brotoejas, herpes, afta e micose nas unhas

Que doença é essa?
Fibrodisplasia Ossificante Progressiva (FOP):
uma doença genética rara que se manifesta geralmente na primeira ou segunda década de vida. Segundo a médica Patrícia Delai, responsável pelo estudo da FOP na América Latina, as vítimas nascem aparentemente normais, exceto por uma malformação congênita caracterizada pela falta da articulação nos dedos grandes dos pés. Então, ao longo da vida, passam a desenvolver inchaços (semelhantes a tumores) nos músculos e tecidos conectivos que depois desaparecem, deixando ossos no lugar. O progresso dos sintomas pode ser espontâneo ou acelerado por traumatismos (quedas, cirurgias, biópsias). E, à medida que esta estrutura óssea paralela cresce, o corpo da vítima vai sendo imobilizado até provocar sua morte.

Atualmente, existem cerca de 400 casos identificados no mundo - sendo 41 deles no Brasil - e ainda não há nenhum tratamento específico. A boa notícia é que cientistas da Universidade da Pensilvânia (EUA) iniciaram uma caçada ao gene causador da FOP que pode levá-los à descoberta de remédios ou da própria cura do mal. Para isso, eles estão convocando o maior número de doentes e familiares a fim de trocar informações e enriquecer as pesquisas. Os interessados em ajudar os estudiosos podem acessar o site www.ifopa.org ou ainda entrar em contato com a médica Patrícia Delai pelo e-mail (patriciadelai@uol.com.br).

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