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Edição 12 - Abril/2005
 
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  Um check-up em sua atividade física e estética

POR DANIELA TALAMONI

As tendências da malhação
 


Treinar corpo e mente. Relaxar, respirar profundamente e desenvolver a consciência corporal enquanto os músculos e articulações são trabalhados. Estes constituem os objetivos das concorridas aulas de Pilates, tai chi chuan, ioga, entre outras que beneficiam o indivíduo como um todo.

Diminuir o tempo dos exercícios. Academias que trazem circuitos de ginástica abreviados têm estimulado muito a atividade física. Pessoas que não tinham horário na agenda agora contam com opções de treinos completos, eficazes e de apenas 30 minutos por dia.

Adicionar a ginástica ao convívio social. Exercitar-se na companhia de amigos e familiares é uma forma de transformar o horário de malhar em diversão. E está provado: crianças acostumadas a caminhar, andar de bicicleta e praticar esportes ao ar livre serão adultos mais saudáveis.

FONTE: CONSELHO NORTE-AMERICANO DO EXERCÍCIO E FITNESS BRASIL

   

Salto alto evita varizes?

Os resultados de uma pesquisa da Unicamp sugerem que sim. O professor João Potério Filho, do Departamento de Cirurgia Vascular do Hospital das Clínicas da universidade, colocou mulheres usando saltos de 7 e 10 cm para caminhar sobre uma esteira rolante por um minuto. Depois, as voluntárias repetiram os testes, descalças. Os sapatos proporcionaram uma melhor contração muscular que elevou em 30% o bombeamento do sangue. "Essa constatação, porém, não é suficiente para afirmar que o uso do salto, por si só, previna o aparecimento de varizes", alerta o cirurgião Sérgio Meirelles (SP). "Ainda não existem estudos suficientes, mas é provável que o acessório não provoque e nem alivie o problema."

"Uma respiração calma e profunda acelera o metabolismo, produz um efeito tranqüilizador e beneficia todas as partes do corpo - não apenas os pulmões"

(FONTE: LIVRO "YOGA JAPONESA - O CAMINHO DA MEDITAÇÃO DINÂMICA", ED. CULTRIX)

Epilepsia x exercícios

Na década de 90, apenas 23% dos pacientes epiléticos praticavam atividades físicas. Hoje, estima-se que 51% deles se exercitam. Recente estudo realizado com 100 portadores do distúrbio mostrou que 84% nunca apresentaram crises durante os exercícios, embora 45% admitam ter receio de sofrer um ataque na frente dos colegas de academia. Segundo Ricardo Mario Arida, coordenador do levantamento e professor de Educação Física da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), somente as modalidades que poderiam colocar a vida em risco caso acontecesse uma crise são contra-indicadas: pára-quedismo, mergulho, alpinismo e boxe.


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