As
tendências da malhação |
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Treinar
corpo e mente. Relaxar, respirar profundamente e desenvolver
a consciência corporal enquanto os músculos e articulações são trabalhados.
Estes constituem os objetivos das concorridas aulas de Pilates,
tai chi chuan, ioga, entre outras que beneficiam o indivíduo como
um todo.
Diminuir o tempo dos exercícios. Academias que
trazem circuitos de ginástica abreviados têm estimulado muito a
atividade física. Pessoas que não tinham horário na agenda agora
contam com opções de treinos completos, eficazes e de apenas 30
minutos por dia.
Adicionar a ginástica ao convívio social. Exercitar-se
na companhia de amigos e familiares é uma forma de transformar o
horário de malhar em diversão. E está provado: crianças acostumadas
a caminhar, andar de bicicleta e praticar esportes ao ar livre serão
adultos mais saudáveis.
FONTE: CONSELHO NORTE-AMERICANO DO EXERCÍCIO E FITNESS BRASIL |
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Salto
alto evita varizes?
Os resultados de uma pesquisa da Unicamp sugerem que sim. O professor
João Potério Filho, do Departamento de Cirurgia Vascular do Hospital das
Clínicas da universidade, colocou mulheres usando saltos de 7 e 10 cm
para caminhar sobre uma esteira rolante por um minuto. Depois, as voluntárias
repetiram os testes, descalças. Os sapatos proporcionaram uma melhor contração
muscular que elevou em 30% o bombeamento do sangue. "Essa constatação,
porém, não é suficiente para afirmar que o uso do salto, por si só, previna
o aparecimento de varizes", alerta o cirurgião Sérgio Meirelles (SP).
"Ainda não existem estudos suficientes, mas é provável que o acessório
não provoque e nem alivie o problema."
"Uma respiração calma
e profunda acelera o metabolismo, produz um efeito tranqüilizador
e beneficia todas as partes do corpo - não apenas os pulmões"
(FONTE: LIVRO "YOGA JAPONESA - O CAMINHO DA MEDITAÇÃO DINÂMICA",
ED. CULTRIX)
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Epilepsia x exercícios
Na década de 90, apenas 23% dos pacientes epiléticos praticavam atividades
físicas. Hoje, estima-se que 51% deles se exercitam. Recente estudo realizado
com 100 portadores do distúrbio mostrou que 84% nunca apresentaram crises
durante os exercícios, embora 45% admitam ter receio de sofrer um ataque
na frente dos colegas de academia. Segundo Ricardo Mario Arida, coordenador
do levantamento e professor de Educação Física da Universidade Federal
de São Paulo (Unifesp), somente as modalidades que poderiam colocar a
vida em risco caso acontecesse uma crise são contra-indicadas: pára-quedismo,
mergulho, alpinismo e boxe.