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O espaço para suas idéias e comentários
SOB PRESSÃO
A matéria de capa sobre hipertensão foi muito esclarecedora e serviu para dar um puxão de orelha em toda a minha família. Tenho vários parentes com pressão alta e, infelizmente, como bem ressaltou a repórter, a maioria não trata o problema como uma doença. A partir de agora, todos ficarão mais atentos. Obrigada!
MARIA DE FÁTIMA, SALVADOR, BA
EXEMPLO BRASILEIRO
Sou presidente da Associação Brasileira de Endometriose (ABEND) e quero parabenizar a redação pela reportagem sobre essa doença enigmática que afeta tantas mulheres. Encaminhei exemplares da revista à Associação Internacional como uma amostra do trabalho de prevenção que o Brasil tem feito.
ELEUZE MENDONÇA, BARUERI, SP
FALTOU UM ESPECIALISTA
A edição de fevereiro está repleta de assuntos interessantes e com uma excelente qualidade visual. Porém, tanto na reportagem "Livre-se da Dor nas Costas" quanto em "Amídalas: Tirar ou Não", sentimos falta de uma visão mais holística e do depoimento de um profissional de ortopedia funcional dos maxilares. Como cirurgiões-dentistas e especialistas nesta área da odontologia, acreditamos que é preciso tratar a verdadeira causa e não somente as conseqüências de um problema bucal. Respirar pela boca e mastigar de forma unilateral, por exemplo, são hábitos que costumam gerar alterações nas amídalas, adenóides e inclusive na postura.
PATRÍCIA EBEL E ALEXANDRE CORBELLA, BARUERI, SP
MAIS QUE ESTALOS
Recentemente sofri com dores agudas na coluna e não conseguia aliviá-las de forma alguma. Então, recorri à osteopatia - prática similar à quiropraxia, que trabalha o equilíbrio do sistema músculo-esquelético por meio da massagem e manipulação das articulações. Acredite: melhorei 100%. Infelizmente, as pessoas não conhecem seus benefícios, por falta de informação e medo, uma vez que a técnica ficou estigmatizada como a 'terapia dos estalos'. Que tal uma reportagem sobre o assunto?
ELIANE MAYUMI KATO, SÃO PAULO, SP
Eliane, anotamos a sugestão e já estamos buscando mais informações sobre o assunto. Aguarde!
DICA NOTA 10 |
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Este espaço é reservado para você contar aquele segredinho de saúde e bem-estar. Envie o seu para dicanota10@simbolo.com.br
"Procuro ter todos os cuidados de higiene recomendados com meu primeiro filho. Mas algumas amigas acham que exagero. Sempre tive problemas na gengiva e, por isso, resisto ao máximo a dar aquele beijinho na boca do bebê ou alimentá-lo com o meu próprio talher. Será neurose de mãe de primeira viagem?"
TICIANA, POR E-MAIL
COMENTÁRIOS DO ESPECIALISTA
Segundo a ortodontista Vivian Gaspar (SP), você está agindo corretamente. Muitas doenças bucais, como a gengivite (que provoca sangramento na gengiva e até a queda dos dentes), são transmitidas por meio da saliva ou do sangue. Portanto, enquanto a infecção não for tratada, deve-se evitar ao máximo o contato boca a boca. No caso do bebê, o cuidado precisa ir além. "A flora bucal da criança não apresenta os mesmos microorganismos que a do adulto e o esmalte do dente e os tecidos gengivais ainda não estão amadurecidos por completo para enfrentar agressões. Não se deve, inclusive, assoprar a comida do pequeno", orienta a dentista. |
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