Aids
é uma sigla que tem origem inglesa e quer dizer Síndrome da Imunodeficiência
Adquirida. Traduzindo: síndrome é a união de vários sintomas que permitem
identificar uma doença; imunodeficiência é o enfraquecimento do sistema
imunológico; adquirida quer dizer que foi contraída pelo indivíduo. Em
português, deveria ser sida (e é assim que aids se chama em Portugal,
por exemplo). Mas ficamos mesmo com a versão em inglês.
A doença é provocada por um vírus, o HIV, pertencente à família dos retrovírus,
que atacam células do sistema imunológico. Em perfeitas condições, este
sistema neutraliza os micróbios, vírus ou bactérias graças a um dispositivo
composto por certas categorias de glóbulos brancos, os linfócitos T, onde
o HIV se introduz. Ali, ele fica inativo por um tempo. Depois, se multiplica
e destrói as células.
Em
mais de 90% dos casos a criança se infecta
com o vírus da aids da mãe. Isto é, durante a gravidez, no parto
ou pela amamentação
Fonte:
Ministério da Saúde
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FORMAS DE CONTÁGIO
É preciso uma grande quantidade do vírus para haver a contaminação, que
acontece apenas quando o HIV entra em contato direto com o sangue, esperma
ou secreções vaginais. Durante as relações sexuais, por exemplo, ocorrem
lesões microscópicas, por onde o ' bichinho' entra. Por isso o sexo anal
é ainda mais arriscado, pois as mucosas do ânus e do reto são bastante
frágeis. O sexo oral também apresenta perigo, principalmente se houver
ejaculação na boca do parceiro ou se a mulher estiver menstruada e o companheiro
possuir ferida na boca.
Agulhas, seringas e instrumentos cortantes (isso vale até para alicates
de manicure) precisam ser individuais ou bem esterilizados. Caso contrário
podem ser atingidos por sangue contaminado e, em seguida, entrar em contato
com uma outra pessoa. O vírus, então, chega na corrente sangüínea e instala
a infecção. Uma única gota de sangue que penetre na pele é suficiente
para provocar a aids.
Existe risco de contágio desde que haja sangramento de dentes ou gengivas
e se coloque o ferimento em contato com o sangue ou saliva de um portador
de HIV. Mas até hoje nenhum caso de contágio por beijo foi cientificamente
comprovado.
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